14/12/09

Fui ler histórias e contemplar estrelas.


Preciso...
De um tempo para colocar de verdade as coisas em ordem.
O que era tão colorido.
Agora está cinza.
Triste.
Não gosto assim.
Faço isso para que as letras postadas aqui.
Não perca o adocicado.
Amargo.
Sabe, ainda olho minha imagem refletida no espelho e tenho dúvidas do que vejo.
Caminhando com calma ao resgate da moça que era antes.
Há tanto o que fazer.
Ler.
Dizer.
Tenho pautas em branco para preencher.
E muito o que cantar.



Volto quando minhas palavras cintilarem outra vez!

12/12/09

Escrevo...



Por não saber cantar.
Por ter a necessidade de me expressar!
Transbordo e deixo encharcar a folha de pautas azuis.
Com sentimentos, doces... Agridoces.
Busco inspirações, de uma nuvem fofa ou um grão de arroz.
Letras apaixonantes?! Não sei.
Só deixo a mão correr.
Calo.
Tenho um, companheiro dos meus textos.
Causado pela lapiseira que fica a pressionar o dedo.
Se acho feio?!
Não.
É o resultado do meu amor pela a escrita.
Passo para a folha minhas transparências.
Estampo minhas verdades.
Em palavras repletas de vontade de serem vistas, lidas.
Faço uso de sinceridades.
Sabe, não tenho pretensão alguma de conquistar por meus relatos.
Não vejo apenas como um ato de escrever por escrever.
É muito mais.
Papel, caneta, sentimento...
Momento.

10/12/09

Com esta aliança.





Clarice despertou no meio da noite com seu estômago dando voltas e voltas. insistiu em ficar na cama, talvez o sono voltasse. Mas não fora o que aconteceu.
A moça de cabelos ondulados levantou com toda calma, e foi até a cozinha da casa de seus pais. Resolveu passar aquela noite em seu antigo quarto cor de rosa, onde diversas vezes vestiu sua boneca de noiva.
Tal lembrança fez suas pernas tremerem rapidamente, noiva... Casamento...
Amanhã seria o dela. Chegou a cozinha ainda pensando nisso, abriu a geladeira e pegou a jarra de água.
Puxou uma cadeira e colocou o copo sobre a mesa redonda.
Deu um grande gole na água, e passou a mão pelos cabelos. Aquilo não poderia está acontecendo. Uma noite antes do momento tantas vezes sonhado por ela. Clarice estava com receio, dúvidas...
Será que se precipitou ao dizer sim ao pedido de Arthur?! Ela admite que fora romântico, mas e se tudo isso não estiver sendo apressado demais?!
Sabia também, que casar é muito mais que preparar um festão! Requer maturidade para dar um passo tão grandioso e importante. Está casado é aprender a arte da convivência, é saber dividir não só as alegrias mas também as adversidades.
Clá sempre viu o casamento como uma bela união. Mesmo vendo tantas uniões se romperem por motivos banais, o seu sonho nunca se apagou. Tudo por conta de seus pais, casados a cinquenta anos e sempre se tratando como eternos namorados.
Clarice estava muito ciente de tudo que estava em questão. Achou que seria melhor não levar isso adiante, mas magoaria tanta gente. Seu noivo seria o maior prejudicado.
E ela sairia como a leviana da história. Mas com tantos receios como ela ficaria? Clarice tentou mas acabou por pensar na palavra divórcio. Que lhe causava arrepios.
Mesmo sendo taxada de antiquada, nunca mudou sua opinião de que casamento é um só.
Claro que não julga as pessoas que tentam e tentam. Mas ela era diferente.
Entre dúvidas e goles de água seu celular tocou. Clarice olhou e viu que era Arthur.
-Oi meu lindo.
-O que faz acordada?!
-Meu sono foi dá uma voltinha.-ela disse sorrindo.
-Sua voz está esquisita. O que houve meu amor?!
Agora seria o momento ideal para esclarecer tudo. Clarice ficou em silêncio por alguns minutos e disse.
-Não houve nada. Está tudo certo.
-Tem certeza sobre o casamento?!-perguntou como se tivesse adivinhado o que tirara o sono de Clarice.
Sim, agora ela tinha mais uma oportunidade para resolver a situação. Mas de forma incrível todo seu receio sumiu, dando lugar uma alegria imensa e a moça de cabelos ondulados disse.
-Tenho certeza absoluta sobre o nosso casamento. É você que eu quero. Meu amor, noivo, marido, amigo, companheiro, pai dos meus filhos e sempre namorado.
-Você é o meu sonho, e também tenho certeza que seremos felizes. Amo você linda!
-Também amo você, meu amor!






"Então as alianças são trocadas, com promessa de um cuidar do coração do outro. Agora não são dois, tornaram-se um". (Jô Carol).




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Pauta para o Blorkutando.
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09/12/09

Relatos meus.



O
ntem, desabafei por meio de palavras coisas que estavam me incomodando. Não que agora esteja melhor, continua tudo cinza aqui.
Mas sempre acho ótimo por pra fora aquilo que prejudica.
As pouquinhos tudo vai se resolvendo, ainda não dá para fazer carinha de alegria.
Como disse acima estou cinza. Sei que passará!
Mas por enquanto a única coisa com cor por aqui, é minha esperança que permanece verde.
Apego-me a ela.
Obrigada a todos que comentaram no texto desabafo.
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Tenho que relatar outra coisa.

Certa vez, uma moça de belas palavras. Escreveu o seguinte comentário.



"meu arco-íris tarda demais à chegar, moça";


Em resposta lhe digo... Acredite que ele pode até tardar, mas não desista de esperar por teu arco-íris. Que irá chegar!


Beijos Maria Fernanda!




E de surpresa, o sol voltou a brilhar! E me dei conta que a tempestade já ia longe. Tudo estava em ordem outra vez. (Jô Carol).

08/12/09

Desabafo.


♫ Deixa, deixa, deixa.
Eu dizer o que penso dessa vida, preciso demais desabafar.


E
u tenho o total direito de não fingir alegria. Não consigo mesmo fazer carinha bonita quando não estou legal. Não faria isso nem por um grande amigo, pode ter certeza que se fizesse tal coisa... Seria falso. Muito falso!
Prefiro ser sincera e amarga ao invés de doce e falsa.
Tenho postado coisas coloridas para vocês, meus leitores-amigos. Mas hoje não dá.
A tarde está cinza e eu também. Por motivos particulares não encontro-me em casa, nesse momento a situação não anda muito boa.
Esses dias estão mostrando coisas importante para a moça que vos narra. A amizade que eu tenho com uma pessoa que não é perfeita e acho que nunca vai ser. Mas nem sei se quero que chegue a perfeição. Só que melhore.
Tenho aprendido a presentear com minhas palavras doces, só quem merece de verdade.
A verdade é que estou com saudades de uma amiga que trabalha demais. Faz tempo que não conversamos.
Cansada de tanta gente idiota por aí que continua prejudicando o planeta. De gente que tem medo de se apaixonar!
Vi no outro dia no jornal, um pessoal escondendo dinheiro na meia, cueca e etc...
Vergonha!
Sei que o assunto é velho, mas dá vergonha sim.
Estou azeda já disse, e nem quero conversinhas fúteis.
Peso, cabelo, roupas...
Estou mais focada nas crianças com fome por aí!
Com a chuva que cai lá fora e os moradores de rua sendo lavados por tal.
Não venham encher meu saco hoje!
Pode ter certeza que não irei lhe xingar, mas talvez não seja nem um pouco simpática.
Saco cheio de ver tanta coisa errada dá nisso.
Moça de palavras doces, escrever injurias!
É melhor deixar meu relato só nisso por enquanto. E nessa caminhada...
Me apego a Esperança!
Sempre e boa Esperança!




A minha busca na batida perfeita
Sei que nem tudo ta certo, mas com calma se ajeita.♫



P.S.: Titulo da postagem, música "Desabafo" do Marcelo D2. Trechos que embalaram o texto destacados da música também.

06/12/09

Tu que és.


Moça da pele morena.
Boca pequena.
Dos olhos jabuticabas a noitinha.
E de manhã a um bom observador
castanho-escuro.
Que faz tranças no cabelo castanho.
Dona dos sapatinhos roxos fofos demais.
Que prefere as doçuras do que a
sensualidade.
Doce nas palavras, agridoce em ser.
Sincera.
Apaixonada por seu menino bonito, dos
olhos castanhos.
Já errou, erra e aprende com tal.
Não quer um um príncipe por achá-los muito perfeitos.
Só quer mesmo um rapaz que seja seu amor/amigo/companheiro...
Apreciadora de jujubas, café e livros.
A moça antissocial mais legal que já vi.
Escreve por não saber cantar. Escreve por não ter asas para voar, então voa nas letras e nas asas da imaginação!
Já compôs musiquinhas e preencheu pautas com poemas.
Escreve no espelho embaçado do banheiro o que muitos almejam, mas poucos espalham...
PAZ!
Não é
Mulher-menina.
E sim e sempre...
Menina-mulher.
Girassol.








04/12/09

Eu que...

"Gostaria de ser...
Borboleta multicolorida...
Que pousa em flor bonita...
Pra depois voar e se perder por entre macias nuvens!"




Trecho destacado desse texto
aqui.